Um pouco da nossa história
A Cachaça Mata Verde é produzida na Fazenda Nova Viçosa, situada na localidade do Palmital, distrito de Araçagi, município de Pedra Azul nas Minas Gerais.
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CACHAÇA ARTESANAL DE QUALIDADE
Nos boqueirões, a cana-de-açúcar é cultivada para produção da legítima Cachaça Artesanal Mineira de Qualidade, sendo terras de alta fertilidade. A Fazenda Nova Viçosa baseia-se na Gestão do Negócio Sustentável, que é o negócio economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto.

O MUNICÍPIO
Pedra Azul está localizada no Vale do Jequitinhonha, ao extremo Nordeste Mineiro, possuindo uma população de 27.000 habitantes, a cidade se destaca pelo conjunto arquitetônico construído na passagem do século e por seis grandes blocos de granito que circundam a cidade, tombados pelo patrimônio histórico. Destaca-se também pela sua musicalidade, realçada pelo trabalho de seus artistas conhecidos, como Paulinho Pedra Azul e Saulo Laranjeiras.
O primeiro povoador da região foi o português Manoel Machado, por volta do século XVIII. Em 1860 chega à região a família Antunes, natural de Gurutuba BA; em 1890, as famílias Farias, Veloso e Figueiredo, também procedentes de Gurutuba, e tempos após a família Almeida vindos também da Bahia. Todos à procura de terras frescas para cultivo de lavouras e a criação de gado.
O Distrito que pertencia ao município de Salinas denominou-se Arraial de Nossa Senhora da Boca da Caatinga. Posteriormente, em 1891 denominou-se Fortaleza de Minas, devido ao tamanho e proximidade da Pedra da Rocinha, que muitas vezes causava espanto. Emancipou-se em 1º de junho de 1912 e, posteriormente, em 1943, recebeu o nome de Pedra Azul devido ao grande fluxo de Águas Marinhas que eram encontradas na região.

A HISTÓRIA DA CACHAÇA
A cana-de-açúcar matéria-prima para obtenção, através de fermentação, de vários tipos de álcool, entre eles o etílico. É uma planta pertencente a família das gramíneas (Saccharum officinarum) originária da Ásia, onde teve registrado seu cultivo desde tempos mais remotos da história. Os primeiros relatos sobre fermentação vêm dos egípcios antigos.
Curavam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados. Os gregos registraram o processo de obtenção de acqua ardens denominada por Plínio, o velho, de alkuru, entre 23 e 79 dC. Suas propriedades místicomedicinais foram atribuídas aos alquimistas, que transformaram eau de vie, o elixir da longevidade. Com a expansão do Império Romano, a aguardente chegou ao Oriente Médio. Passou então a chamar-se al raga, originando o nome da mais popular aguardente da Península do Sul da Ásia, o arak.
A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como Grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja, o kirsh. Na Escócia fica popular o Whisky, destilado da cevada sacarificada. Na Rússia a Vodca de centeio, na China e Japão o Sakê de arroz. Portugal também absorve a tecnologia dos Árabes e destila a partir do bagaço de uva, a Bagaceira. Como símbolo dos ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos inconfidentes e da população que apóia a Conjuntura Mineira. A aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à denominação portuguesa.
Em 1922, a Semana de Arte Moderna, vem resgatar a brasilidade. No decorrer do nosso século, o samba é resgatado. Vira carnaval. Nessas últimas décadas a feijoada é valorizada como comida brasileira especial e a Cachaça ainda tentam desfazer preconceitos e continuar no caminho da apuração de sua qualidade. Hoje, várias marcas de alta qualidade figuram no comércio nacional e internacional, presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

